Bruta Flor estreia no palco do Teatro Augusta em São Paulo

Bruta Flor estreia no palco do Teatro Augusta em São Paulo

Sucesso de público e crítica, peça desperta ao espectador reflexões sobre homofobia e preconceitos

 Em seu sétimo mês de sucesso entre público e crítica, o espetáculo “Bruta Flor”, no dia 31 de maio, no palco do Teatro Augusta (Sala Paulo Goulart), em São Paulo. Com texto de Vitor de Oliveira e Carlos Fernando de Barros e direção de Márcio Rosário o enredo enfoca a bissexualidade ea homossexualidade, levando o público a reflexão sobre homofobia e preconceitos. 

Na trama, os atores mergulharam sem rede de proteção em um texto denso que trata da homofobia internalizada e sua possível consequência trágica. A dramaturgia aborda o relacionamento de dois homens, Lucas e Miguel que se encontram presos em um lugar desconhecido e começam a relembrar uma trajetória deles, desde uma adolescência. Miguel vai estudar em Londres e eles se afastam. Após 10 anos, ele voltou para o Brasil e reencontra Lucas no metrô. Um reencontro que traz à tona sentimentos que até então desconhecia. A relação vai ganhando contornos dramáticos envolvendo uma aceitação da homossexualidade.

No elenco Fábio Rhoden, com extenso currículo em TV, Teatro e Publicidade; Walkiria Ribeiro que iniciou sua carreira profissional no samba e depois fez vários trabalhos na TV; Pedro Lemos que brilhou como Tobias em Chiquititas não SBT e Erika Farias, que tem uma carreira como produtora, cantora e compositora além do seu talento pelo teatro. “Tenho orgulho e gratidão por essa equipe e elenco que resistir a tudo e abraçar o projeto, embarcaram na história e condução de um processo brilhante e apaixonar o texto”, comenta um dos autores da peça, Vitor de Oliveira. . 

“O texto inedito chegou em boa hora porque eu queria muito falar sobre preconceitos e homofobia. Uma abordagem é profunda e uma dose de espiritualidade. Soube de cara que era uma peça que eu queria dirigir e pela receptividade do público, acertar “ , conta o diretor de espetáculo Márcio Rosário.

A peça tem trilha sonora assinada por Cida Moreira e efeitos sonoros de Pedro Lemos, somada a cenografia de Reinaldo Patrício e Maureen Miranda, que também assinam o figurino com Rogério Almeida. Outro ponto forte do espetáculo não está desenhado por Guilherme Orro em conjunto com o diretor que principalmente nas cenas de nudez e sexo são apresentadas sem ser apelativas. 

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maio 28, 2017/ by / in ,

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